Quinta-feira, Novembro 26, 2009
Terça-feira, Novembro 24, 2009
Quarta-feira, Novembro 18, 2009
Caso AmBev
Cedida pelo governo municipal a diversas cervejarias que passaram pela cidade, a área tem um futuro incerto. Por enquanto, a Prefeitura aguarda a definição do inquérito instaurado na Promotoria de Justiça para decidir se entra com uma ação indenizatória de R$38 milhões contra a multinacional.
Pelo menos em palavras, o executivo municipal demonstra vontade em reivindicar os direitos sobre a área ou em obter outro tipo de compensação. Cabe ao Ministério Público e a Câmara dos Vereadores o exercício de fiscalização e contribuição para que o município não seja em hipótese nenhuma lesado por algum tipo de acordo prejudicial ou mesmo por omissão da Prefeitura.
Até o momento, a Câmara até tentou criar uma comissão para tratar sobre o assunto. Foi um fracasso. Tão fracassado que o expediente não serviu nem para os políticos utilizarem o espaço como palanque eleitoral, infelizmente comum neste tipo de situação.
O assunto é de vital interesse do município. Trata de altos valores financeiros despedidos no passado pela Prefeitura, que por sua vez é sustentada pelos contribuintes. Não é uma briga fácil, pois a AmBev vai procurar obter o melhor quadro possível para ela dentro dos aspectos legais
Segunda-feira, Novembro 16, 2009
Quinta-feira, Novembro 12, 2009
Terça-feira, Novembro 10, 2009
Esvaziamento
A direção, funcionários e professores da E.E. Monsenhor Nora promovem um movimento para aumentar o número de classes e alunos no estabelecimento de ensino. Todos estão insatisfeitos com o esvaziamento sofrido pela escola nos últimos três anos, período em que sofreu redução de mais de 1,2 mil estudantes.
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Atualmente 1.721 alunos freqüentam as aulas e a expectativa que no ano que haja novamente uma queda. Haverá abertura de apenas duas classes em 2010, sendo uma para o sexto ano do ensino fundamental e outra para o primeiro ano do ensino médio, quando o normal é a abertura de três salas para o sexto ano do ensino fundamental e seis para o primeiro ano do ensino médio.
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Em entrevista ao jornal O Popular de sábado, a diretora da escola, Sônia Vicente Cardoso, apontou vários causas para o esvaziamento. O ensino em período integral é uma delas. Os pais preferem matricular os filhos em uma escola com carga horária de meio período diário. Outro motivo é a vinda de menores em regime semiaberto da fundação para estudar na escola. A diretora diz que o ideal é uma repartição desses menores pelas escolas da rede pública.
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A situação da E.E. Monsenhor Nora precisa ser debatida. Da mesma forma que anos atrás a escola estava com um número muito grande de estudantes dificultando o gerenciamento adequado, o cenário apontado em um futuro próximo também é impróprio. A distribuição equilitária de alunos por escola de acordo com a capacidade de cada uma é fundamental para uma educação de qualidade.
Segunda-feira, Novembro 09, 2009
Quinta-feira, Novembro 05, 2009
Segunda-feira, Novembro 02, 2009
População tem que participar
As audiências são ótimas oportunidades para a população se envolver e chegar a um consenso junto a Prefeitura. A necessidade de acabar com as discrepâncias é clara. A tabela atual está desatualizada há muito tempo e não está de acordo com o desenvolvimento de alguns pontos do município. No início do ano, a Prefeitura fez uma tentativa desastrosa de promover uma nova tabela, pois o calculo proposto ainda possuía distorções e, em alguns bairros, os aumentos eram abusivos.
A grande rejeição faz com que Carlos Nelson Bueno (PSDB) seja mais cuidadoso dessa vez antes de mandar a proposta para a Câmara Municipal, pelo menos essa é a imagem que ele passa.
A população deve aproveitar esta oportunidade para analisar a proposta e fazer reivindicações. Caso a população não compareça, assim como aconteceu na reunião do Conseg, o prefeito vai enviar a tabela que acredita ser mais propícia. Depois é injusto e tarde para reclamar.