"É preciso ter mingau na cabeça para acreditar em astrologia", Paulo Francis.

Terça-feira, Novembro 10, 2009

Esvaziamento

A direção, funcionários e professores da E.E. Monsenhor Nora promovem um movimento para aumentar o número de classes e alunos no estabelecimento de ensino. Todos estão insatisfeitos com o esvaziamento sofrido pela escola nos últimos três anos, período em que sofreu redução de mais de 1,2 mil estudantes.

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Atualmente 1.721 alunos freqüentam as aulas e a expectativa que no ano que haja novamente uma queda. Haverá abertura de apenas duas classes em 2010, sendo uma para o sexto ano do ensino fundamental e outra para o primeiro ano do ensino médio, quando o normal é a abertura de três salas para o sexto ano do ensino fundamental e seis para o primeiro ano do ensino médio.

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Em entrevista ao jornal O Popular de sábado, a diretora da escola, Sônia Vicente Cardoso, apontou vários causas para o esvaziamento. O ensino em período integral é uma delas. Os pais preferem matricular os filhos em uma escola com carga horária de meio período diário. Outro motivo é a vinda de menores em regime semiaberto da fundação para estudar na escola. A diretora diz que o ideal é uma repartição desses menores pelas escolas da rede pública.

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A situação da E.E. Monsenhor Nora precisa ser debatida. Da mesma forma que anos atrás a escola estava com um número muito grande de estudantes dificultando o gerenciamento adequado, o cenário apontado em um futuro próximo também é impróprio. A distribuição equilitária de alunos por escola de acordo com a capacidade de cada uma é fundamental para uma educação de qualidade.

Segunda-feira, Novembro 09, 2009

Polêmicas

Publicado na página Opinião de O Popular no dia 28/10/2009

Aniversário

Publicado na página Opinião de O Popular no dia 24/10/2009

Rompimento

Publicado na página Opinião de O Popular no dia 21/10/2009

Lado positivo

Publicado na página Opinião de O Popular no dia 17/10/2009

Tudo tem um motivo

Publicado na página Opinião de O Popular no dia 14/10/2009

Quinta-feira, Novembro 05, 2009

Rápidas e Rasteiras (13)

Segunda-feira, Novembro 02, 2009

População tem que participar

Antes de anunciar o pacotão do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) a Prefeitura vai realizar oito audiências públicas pela cidade. Todas as principais áreas terão uma reunião neste mês, sendo a primeira voltada aos funcionários públicos do município, amanhã às 17h, no Centro Cultural. O executivo municipal pretende exibir a proposta de reajuste e afirma estar aberto a críticas e sugestões.
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As audiências são ótimas oportunidades para a população se envolver e chegar a um consenso junto a Prefeitura. A necessidade de acabar com as discrepâncias é clara. A tabela atual está desatualizada há muito tempo e não está de acordo com o desenvolvimento de alguns pontos do município. No início do ano, a Prefeitura fez uma tentativa desastrosa de promover uma nova tabela, pois o calculo proposto ainda possuía distorções e, em alguns bairros, os aumentos eram abusivos.
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A grande rejeição faz com que Carlos Nelson Bueno (PSDB) seja mais cuidadoso dessa vez antes de mandar a proposta para a Câmara Municipal, pelo menos essa é a imagem que ele passa.
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A população deve aproveitar esta oportunidade para analisar a proposta e fazer reivindicações. Caso a população não compareça, assim como aconteceu na reunião do Conseg, o prefeito vai enviar a tabela que acredita ser mais propícia. Depois é injusto e tarde para reclamar.

Sábado, Outubro 31, 2009

Agora pode sonhar

A conquista da taça da Copa Paulista leva à disputa da Copa do Brasil. Sem grande expressão, esse torneio da Federação Paulista tem esse benefício. Aos trancos e barrancos o Mogi Mirim vem se ajeitando no torneio e, na noite deste sábado, o Sapo entrou de vez na disputa pelo título.
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Em jogo de ida das quartas-de-final, o time da cidade bateu o XV de Piracicaba no estádio Barrão de Serra Negra por 3 a 2. O time do técnico Velloso pode perder até por um gol de diferença na partida de volta, que será realizada no estádio Papa João Paulo II.
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Com um pé e quatro dedos nas semifinais, o Mogi pode sonhar com o título.

Sexta-feira, Outubro 30, 2009

Rápidas e Rasteiras (12)

Segunda-feira, Outubro 26, 2009

Conversa com Ricardo Teixeira (2)

Leia primeiro o post anterior

A área da segurança é uma das principais preocupações dos organizadores de qualquer evento de grande magnitude. A Copa do Mundo no Brasil não é diferente. As notícias aterrorizadoras vindas da cidade do Rio de Janeiro, como o abate de um helicóptero da polícia por traficantes, chamam a atenção das autoridades. Para falar sobre o assunto, Ricardo Teixeira chamou para conversa o procurador geral do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Cláudio Soares Lopes.

O presidente da CBF afirma que a cidade do Rio de Janeiro consegue montar um esquema eficaz de segurança em grandes eventos esportivos por conta do aumento de efetivo policial no período destes eventos. Ele lembrou do sucesso nesta área no Pan Americano de 2007. Por sua vez, o procurador afirmou que não existe acordo com traficantes para acalmar o clima. “Existe este reforço na segurança que é bem planejado”, destacou.

O ideal é que toda estrutura montada fosse mantida, principalmente a segurança pública, no entanto Teixeira lembra que tudo tem um custo e quase impossível o Estado do Rio de Janeiro arcar com manutenção deste esquema enorme de segurança.

Pontos Corridos X Mata-Mata

Ricardo Teixeira assegurou que vai manter a formula de pontos corridos no Campeonato Brasileiro. Ele considera o formato ideal por premiar o melhor clube, além de colaborar de forma efetiva para organização dos clubes. “Não é justo que uma equipe termine em primeiro e seja eliminado em seguida pelo oitavo colocado”, justificou.

Ele descartou que esteja brigado com a Rede Globo. “O que acontece é que a Globo defende uma formula e eu outra, mas não existe nada mais que isso”, amenizou.

Por fim, Teixeira descartou, pelo menos por hora, esticar a Copa do Brasil até o final do ano para ter algum tipo de mata-mata no fim da temporada. O presidente da CBF explicou que não existe datas disponíveis no calendário.

Domingo, Outubro 25, 2009

Conversa com Ricardo Teixeira (1)

No centro do poder do futebol brasileiro desde 1989, Ricardo Teixeira é um dos homens mais emblemáticos do cenário esportivo. O presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) já foi alvo de inúmeras denúncias, tanto que algumas CPIs foram abertas durante sua gestão, ao mesmo tempo levou o Brasil para dois títulos mundiais e conseguiu com que o Brasil fosse escolhido como sede da Copa do Mundo 2010.
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Na última sexta-feira, conversei por volta de 20 minutos com Ricardo Teixeira durante o coquetel da posse do ministro do Supremo Tribunal Federal, José Antônio Toffoli, no Marina Hall em Brasília. Bem falante e agradável, Ricardo Teixeira fez algumas revelações.
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O principal assunto da conversa foi a realização da Copa do Mundo de 2016 no Brasil. O presidente da CBF afirmou que a sede de São Paulo na Copa será no Morumbi, afastando qualquer outro tipo de boato. Ele só tem dúvidas quanto ao jogo de abertura, pois o estádio do São Paulo não cumpre várias exigências para a primeira partida. “Em primeiro lugar é necessário ter 65 mil lugares líquidos. Também precisa de um estacionamento para 15 mil lugares. Um estacionamento para ônibus também é preciso”, explicou.
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Teixeira enfatizou que não foi ele que escolheu o Morumbi como uma das sedes do maior evento do futebol mundial. Ele enfatizou que a escolha dos estádios é de responsabilidade dos governadores.
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O atraso na construção dos estádios é uma das principais preocupações da FIFA. O presidente da CBF afirma que até o dia 1º março as obras terão que ser iniciadas. Os estádios que não tiverem as obras iniciadas perderão o direito de realizar a Copa. “Tudo tem um prazo e poderá haver substituição de estádio se não for cumprido o cronograma. Temos várias opções. Goiás é uma delas”, disse.
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Circulou na imprensa, alguns meses, que a FIFA poderia diminuir o número de sedes de doze para dez. Teixeira desmentiu a informação categoricamente. “Isso é invenção da imprensa. Teremos doze sedes”, contestou.

Quarta-feira, Outubro 21, 2009

Rápidas e Rasteiras (11)

Terça-feira, Outubro 20, 2009

Não é um supermercado

O rompimento repentino do contrato entre a Santa Casa e a Unimed Regional da Baixa Mogiana é escandaloso. Desde sábado, cerca de 30 mil segurados da operadora estão descobertos pelo plano no principal hospital da cidade.
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A Santa Casa anunciou a quebra de contrato por discordar dos termos para renovação. A Unimed teria proposto uma redução de 20% na tabela da AMB (Associação Médica Brasileira).
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A parte mais vexatória do episódio foi o tempo entre a definição do rompimento e a vigência da decisão. A Santa Casa comunicou o rompimento às 12h da sexta-feira já valendo para o primeiro minuto do sábado, uma diferença de apenas 12 horas.
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Não seria nada demais se a Santa Casa fosse um supermercado e a Unimed uma distribuidora de refrigerantes. Um supermercado pode a qualquer hora romper um acordo e optar por não receber mais a mercadoria, arcando com os possíveis ônus dessa decisão. Mas a questão envolvida recai sobre vidas humanas. É necessário ter responsabilidade.
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Por mais que possam ser válidas as questões levantadas pela Santa Casa, uma decisão dessa natureza não pode ser colocada em prática depois de algumas horas.
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A Santa Casa tem o direito de não querer mais a Unimed como parceira. Se achar que o valor é desprezível pode sim romper com a operadora, mas é necessário fixar prazo. Saúde é coisa séria.

Santa Casa de volta aos holofotes

Vamos falar de números, cacete!

Como todo mundo já deve saber, Unimed e Santa Casa de Mogi Mirim não se entenderam, por isso, a cooperativa deixa de prestar serviços no hospital mogimiriano. Isto é, segundo a Unimed, são 30 mil usuários descobertos devido à rescisão de contrato – que até agora não ficou claro de que lado partiu a decisão.
A Santa Casa alega que a Unimed quis diminuir 20% do valor pago a ela pelos serviços prestados. Ok, vamos aos fatos. Quanto a Santa Casa recebia anteriormente? E quanto a Unimed se dispôs a pagar agora? Ninguém explica claramente números. Só informam porcentagens.
Outro ponto: a Santa Casa diz que usuários da Unimed passam a ser atendidos “através do SUS”. Certo, imagine você, caro leitor deste blog, se a Santa Casa já era um caos com usuários da Unimed sendo atendidos separadamente em relação aos pacientes do SUS, imagine agora, tendo todo mundo junto, no mesmo local. É piada...
Outra coisa: a Porto Seguro e a Máster Saúde, da noite para o dia, passaram a circular pela Santa Casa. Despejaram uma boa grana para que o hospital pudesse investir na construção de duas torres – vai demorar pra ficar pronto, aposte nisso –, e ainda por cima, prometem oferecer atendimento aos conveniados.
Aí é que mora o problema. Quem são os médicos destes novos convênios? Pelo o que consta até agora, não são os mesmos médicos da Unimed, que estão migrando para hospitais de Mogi Guaçu e Itapira. E pelo que este blog soube hoje, são médicos de fora, de cidades da região, de Campinas, por exemplo, o que gera uma clara desconfiança dos próprios pacientes quando se depararem com estes desconhecidos médicos: “oras, quem é esse cara?”.
Na relação Santa Casa x Prefeitura, a Câmara faz politicagem. Reage sem saber o que deve ser feito no tocante ao cumprimento de contrato de co-gestão com o Município. Os problemas no atendimento ao povão continuam. Os vereadores até convocaram a Santa Casa para prestar contas na Câmara. Com que direito? O hospital só deve prestar contas ao Executivo, mais nada. Legislativo aprovou a co-gestão. Ponto final.
Então, se a Câmara entende que o serviço prestado na Santa Casa não serve, então que não aprove mais a renovação do contrato de co-gestão com a Prefeitura, certo? Errado, porque isso causaria um sério problema a Carlos Nelson, que, ao que tudo indica, anda mansinho. Mas, problema é do Carlos Nelson, que anda mudo, calado, ausente, distante.
Mais estranho é que da noite para o dia a Santa Casa recebeu um considerável investimento de outros convênios que passaram a ocupar o espaço da Unimed. Mas qual é a consequência do rompimento de contrato com esta cooperativa? Qual é o prejuízo? Outros convênios conseguirão cobrir o rombo? Direto ao ponto: a Santa Casa continuará prestando bons serviços à população?
Bizarrice, em seguida, é ver a Santa Casa alardear o interesse em adquirir o Hospital 22 de Outubro. Ah! E com que grana? Onde está o balancete? Ao invés de comprar um hospital, não seria melhor ampliar ou até melhorar os serviços atuais? E os projetos que até agora não saíram do papel?
A Santa Casa deve prestar contas porque é um hospital que se manteve com o esforço do povo há anos. Aliás, construída com recursos públicos. E continua contando com o meu, o seu, o nosso dinheirinho.
Mais gozado de tudo isso é que todas as decisões tomadas até hoje não contam com a participação popular. O povo, aquele que fica horas na recepção à espera por um atendimento digno, continua como antes. A mercê de decisões estapafúrdias. Cujo interesse, como sempre, deixou de ser público há muito tempo.

Segunda-feira, Outubro 19, 2009

Fotos: Enchente no Centro de Itapira


A marca no muro mostra que água atingiu mais de 1 metro de altura


A Rua Manoel Pereira virou um lamaçal




A força da água derrubou o muro da casa


Quinta-feira, Outubro 15, 2009

Modelo falido

A estrutura sindical no Brasil precisa de uma profunda revisão. É necessário criar um meio para o trabalhador ser verdadeiramente representado pelas entidades sindicais. A conjuntura atual não é satisfatória, pois apenas propícia o aparelhamento de alguns partidos políticos, a formação de cabide de emprego e o jogo de interesse de sindicalistas pelegos. Isso tudo com o dinheiro do trabalhador.
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Não é coerente que o proletariado tenha descontado o imposto sindical descontado de seu holerite se o seu sindicato não atua de forma eficaz para a resolução de seus problemas. O tributo, criado por Getulio Vargas, faz com que os sindicatos recebam mesmo que não façam nada em troca. Por isso no Brasil temos um enorme número de sindicatos de fachadas. Muitos trabalhadores nem sabe quem sãos os seus representantes.
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Se a contribuição sindical não fosse compulsória, várias entidades sindicais agiriam para conquistar o trabalhador. A luta para melhores salários e benefícios se tornaria a principal atividade dessas entidades, o que hoje visivelmente não é. O sindicato que não se adequasse simplesmente sumiria.
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Infelizmente, uma importante e urgente revisão dessa natureza está muito longe de acontecer. O lobby das entidades é muito grande, ainda mais quando centrais como a CUT e Força Sindical estão dentro do governo. Somente a reação da população faria esse quadro mudar.

Quarta-feira, Outubro 14, 2009

Olimpíadas

Publicado na página Opinião de O Popular no dia 10/10/2009

Contas

Publicado na página Opinião de O Popular no dia 07/10/2009

Cargo novo

Publicado na página Opinião de O Popular no dia 03/10/2009

Segunda-feira, Outubro 12, 2009

Falta interesse

Ao esquivar dos convites dos vereadores para mandar um representante a Câmara Municipal com objetivo responder as denúncias da vereadora Maria Alice Mostardinha (PDMB), a Santa Casa mostra que pretende ficar fora do foco das confusões.
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É inegável que a ida de alguém da Santa Casa à Câmara dos Vereadores seria útil para esclarecer à opinião pública sobre algumas questões levantadas pela vereadora Maria Alice, mas o risco da situação descambar é grande. Os “incêndios” permanentes no hospital advêm de fatores pequenos e possíveis de serem evitados se houvesse cautela. A esta altura qualquer bate-boca ou alguma declaração infeliz, o que não são nada difíceis de acontecer, acirrariam ainda mais os ânimos.
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Faz bem a Santa Casa em não enviar representante ao legislativo local, todavia também é necessário ser mais cooperativo. Quando o provedor instituição dá como alternativa aos vereadores o agendamento de uma visita ao hospital para conversar pessoalmente sobre os problemas, a impressão que fica é de distanciamento e de descompromisso.
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Outros caminhos mais amplos para a discussão e resolução dos problemas são necessários. Uma reunião fechada na própria Santa Casa ou a formação de um grupo de trabalho com vereadores e diretores seriam boas alternativas. Por enquanto, a falta de interesse para um entendimento ainda prevalece.

Análise rápida

Ninguém quer ganhar o Campeonato Brasileiro!